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Histórico da concessão

 

A história do gás canalizado no Rio de Janeiro teve início em 1851, quando Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, assinou um contrato para iluminação a gás no Rio de Janeiro. O contrato determinava a construção de uma fábrica de gás no centro da cidade e a instalação de canalizações em perímetros determinados, o que mudou radicalmente os hábitos e costumes da população carioca. Assim surgiu a CEG em 1854, com o nome de Companhia de Iluminação a Gás. Três anos mais tarde, a Companhia já iluminava a cidade através de 3.027 lampiões públicos, 3.200 residências e três teatros.

 

Em 1865, a Companhia de Iluminação a Gás foi vendida para uma empresa inglesa que assumiu os serviços de gás através da Rio de Janeiro Gás Company Limited. A partir de 1870 ocorreu a expansão do uso de gás canalizado em outras cidades brasileiras.

 

Já em 1874, a empresa abastecia na capital do Império 10 mil residências, 5 mil estabelecimentos públicos e 6 mil lampiões. Para tanto eram destiladas 25 mil toneladas de carvão, produzindo 7 milhões de m3 de gás por ano.

 

Em 1876, a concessão dos serviços de gás passou para a empresa belga Société Anonyme du Gaz - SAG. Em 1910, a The Rio de Janeiro Traway Light and Power Company Limited passou a deter o controle do capital da SAG.

 

Foi a própria SAG que procurou ampliar o emprego de gás e decidiu construir uma nova fábrica no bairro de São Cristóvão. Esta fábrica foi construída em 1911, com maior capacidade de fornecimento (cerca de 180 mil m³ por dia) permitindo inclusive estender o uso de gás a fogões e aquecedores domésticos.

 

Inversamente à tendência mundial, ocorreu no País um declínio do uso do gás canalizado, do início do século até 1967, permanecendo somente em duas cidades, Rio de Janeiro e São Paulo, representando naquele último ano, apenas 0,3% da demanda brasileira de energia primária.

 

Em 1967, a SAG inicia o craqueamento catalítico de nafta, abandonando o uso do carvão como matéria-prima.

 

Em maio de 1969, o então Estado da Guanabara, assume a operação do serviço de gás canalizado. É criada a Companhia Estadual de Gás da Guanabara - CEG GB. Com a fusão dos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, em julho de 1974, a CEG passa a se denominar Companhia Estadual de Gás do Rio de Janeiro - CEG.

 

Em 1982 a CEG entra na era do gás natural substituindo a nafta como matéria prima da produção do gás manufaturado e passando também a distribuí-lo diretamente.

 

Com a privatização, em julho de 1997, a CEG mudou sua razão social para Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro - CEG. O consórcio vencedor do leilão de privatização é operado pela Gas Natural, o maior grupo gasista da Espanha, com sede em Barcelona, possuindo cinco milhões de clientes em diferentes partes da Europa e da América Latina. Além do Brasil, o Grupo Gas Natural está presente na Colômbia, México e Argentina.

 

Privatizada em Julho de 1997, a CEG passou a denominar-se "Companhia Distribuidora de Gás Natural do Rio de Janeiro" em Maio de 1998. É considerada a maior empresa de gás canalizado do Brasil, em número de clientes.

 

Possui atualmente uma rede de distribuição de 4.049,2 km, atendendo a um mercado conforme quadro abaixo:

 

Residencial

735.475

Comercial

10.509

Automotivo

421

Industrial

322

Cogeração (ind.)

8

Petroquímico

2

G. Elétrica

1

Termelétrica

1

TOTAL

746.739

 

podendo distribuir e comercializartrês tipos de gás canalizado: natural, manufaturado e GLP (Gás Liqüefeito de Petróleo), destinados aos seus diversos mercados.

 

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