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Servidores da Agenersa integram frente que pretende assegurar agenda ambiental em ações parlamentares e governamentais

O conselheiro-presidente da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), José Bismarck Vianna de Souza, foi um dos palestrantes do seminário “Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades” realizado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj). No encontro, a Agenersa foi convidada a participar da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Federal, criada com o objetivo de assegurar que a agenda ambiental integre a pauta dos legislativos e apoie políticas públicas e ações governamentais. “Nós designamos os servidores Bruna Duarte e Marcelo Menezes, afim de que a Agenersa esteja presente em todas as discussões referentes a resíduos sólidos já que estamos nos preparando para regular esse serviço no Estado do Rio”, informou Bismarck.

O seminário foi realizado pela Frente Parlamentar, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), a Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS). Em sua palestra, no segundo e último dia da reunião, na sexta-feira (19/08), o conselheiro-presidente da Agenersa falou sobre a preparação para a regulação dos resíduos sólidos no estado. “A Agenersa vai se empenhar e trabalhar pelo desenvolvimento dessa política tanto nacional quanto estadual de resíduos sólidos. É um desafio que será estudado, debatido com toda a população. E um ponto de bastante relevância na apresentação dessa política é o viés educacional, eis que iniciado pelas crianças, afinal, são estas o futuro das nossas gerações”, disse Bismarck.

O superintendente de Políticas de Saneamento da Secretaria de Estado do Ambiente, Victor Zveibel, afirmou que, de cerca de 10 mil toneladas de resíduos da construção civil, apenas 1.800 são identificadas e destinadas a locais apropriados. Zveibel assegurou que a Secretaria está realizando um projeto-piloto em seis municípios da Baixada Fluminense: Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis, definindo pontos de entrega voluntária do entulho de pequenas obras. “A Secretaria está incentivando a utilização destes pontos, para que pessoas que realizam pequenas obras em suas casas possam dar um destino adequado aos seus resíduos. Mas também devemos cobrar das grandes geradoras, as empresas de construção civil, a responsabilidade com o entulho produzido”, lembrou.

 

Coleta seletiva gera emprego e renda média de um salário mínimo e meio para catadores do Sudeste

A secretária de Meio Ambiente de Mesquita e presidente da Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), Kátia Perobelli, falou da experiência próspera que a cidade desenvolve, há seis anos, com a coleta seletiva. “Através da parceria do poder público, iniciativa privada e catadores, Mesquita conta, hoje, com cinco galpões, três caminhões e todo equipamento necessário para coleta seletiva. Esperamos que, até o final de 2012, 80% do município sejam atendidos por esta iniciativa”, garantiu.

De acordo com a presidente da Comissão de Saneamento Ambiental da Alerj, deputada Aspásia Camargo (PV), os municípios têm papel fundamental no processo de tratamento adequado dos resíduos. “Nas cidades, vemos de perto os resultados da coleta seletiva e, com o desenvolvimento do Plano Nacional, acabaremos, daqui a alguns anos, com a produção de novos resíduos em todo o País”, reforçou a parlamentar. Segundo Aspásia, o reconhecimento do trabalho dos catadores de materiais recicláveis deve ser feito por todos os segmentos da sociedade. “É preciso entender que, sem os catadores, não é possível existir reciclagem no Rio. Devemos valorizar o trabalho desses homens e mulheres, já que a coleta seletiva depende da responsabilidade compartilhada do poder público, sociedade civil, iniciativa privada e catadores”, declarou.

Hoje, cerca de um milhão de pessoas trabalham como catadores em todo o Brasil. Na região Sudeste, estes trabalhadores têm uma renda média de um salário mínimo e meio. O catador Custódio da Silva lembrou que o trabalho seria facilitado se as companhias de limpeza não anulassem a separação feita pelos consumidores. “O estado precisa reconhecer os catadores como uma classe de trabalhadores, o que é exigido pelo Plano Nacional, e cobrar também novos métodos para o recolhimento dos resíduos de casa em casa. Juntar lixo seco e perecível nos caminhões acaba com todo o trabalho feito pelos consumidores”, ressaltou.

Com informações da Ascom da Alerj

 

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