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Agenersa acompanhará monitoramento independente na rede subterrânea do Rio

Fiscais da Câmara de Energia (CAENE) da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) acompanharão técnicos da empresa contratada pela Prefeitura do Rio para monitoramento independente da rede subterrânea na cidade. A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos anunciou no último dia 5 a contratação da Concremat para realizar o trabalho, que prevê a inspeção de 10.000 bueiros por mês. As inpeções estão previstas para começar nos próximos dias.

“A Agenersa já solicitou os resultados técnicos diários desse monitoramento, porque caso seja detectada a presença de gás canalizado nas caixas subterrâneas da Light, é de nossa competência fiscalizar os procedimentos imediatos a serem realizados pela CEG, a Companhia Estadual de Gás”, explica o conselheiro-presidente da Agenersa, José Bismarck Vianna de Souza. As medidas que a CEG terá que tomar se for detectada a presença de gás natural nos bueiros da Light foram normatizadas pela Agência e encaminhadas à concessionária no mês de julho passado. Dentre as providências, está o envio imediato de uma equipe de técnicos da CEG ao local informado pelos técnicos da Concremat para verificar o que está acusando um índice de explosividade. 

Doze equipes inspecionarão os bueiros em dois turnos durante seis meses

De acordo com a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos, a Concremat foi selecionada pela Prefeitura do Rio para realizar o monitoramento independente na rede subterrânea da cidade. A empresa disponibilizará 12 equipes, que trabalharão em dois turnos (diurno e noturno), realizando por mês aproximadamente dez mil monitoramentos em Caixas de Inspeção (CI) e Câmaras Transformadoras (CT). Prioritariamente, o trabalho será feito em áreas já apontadas como de maior risco de ocorrência de acidentes como Centro, Copacabana, Botafogo, Laranjeiras, Flamengo e Tijuca.

Ainda segundo a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos, o monitoramento de risco deverá ser feito com detectores de gás (explosímetros), com leitura direta, para verificar a presença de gases inflamáveis. Além disso, as equipes técnicas vão realizar varredura com apoio de um termovisor para verificar a existência de temperaturas acima do recomendado nas instalações elétricas. Nos casos onde as inspeções comprovarem a presença de gases na faixa de risco de explosão, a empresa deverá informar imediatamente o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, as empresas concessionárias e respectivas agências reguladoras, o CREA-RJ e o Ministério Público.

A contratação, em caráter emergencial por seis meses, faz parte do acordo de cooperação entre a Prefeitura do Rio, Governo do Estado do Rio, Ministério Público e Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) e tem por objetivo enfrentar as recorrentes explosões de bueiros na cidade. O contrato, no valor de R$ 4,242 milhões, será custeado pela prefeitura.

 

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